Atribui-se ao Castelo de Óbidos origem romana, provavelmente assente num castro. Foi posteriormente fortificação sob o domínio árabe. Depois de conquistado pelos cristãos (1148) foi várias vezes reparado e ampliado. No reinado de D. Manuel I, o seu alcaide manda construir um paço e alterar algumas partes do castelo. No Paço dos Alcaides salientam-se as janelas de belo recorte manuelino abertas para o interior do pátio. São ainda do seu tempo a chaminé existente na sala principal e o portal encimado pelas armas reais e da família Noronha, ladeado por duas esferas armilares. O Paço sofreu fortes danos com o terramoto de 1755. No século XX estava em total ruína tendo sido recuperado para instalar a Pousada (a primeira pousada do Estado em edifício histórico).
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.

A construção do Castelo de Belmonte é atribuída a D. Sancho I, por volta do século XIII, vindo a ser melhorado no reinado de D. Dinis, nomeadamente com a edificação de uma nova Torre de Menagem, mas as escavações arqueológicas feitas no seu interior, comprovam a ocupação romana desta zona. Esta fortaleza esteve envolvida nas guerras da sucessão, depois da morte de D. Fernando, em 1383, mas a sua função militar chega praticamente ao fim, no reinado de D. Afonso V, que entrega o castelo a Fernão Cabral, pai do navegador Pedro Álvares Cabral, cuja família ao longo dos anos o transformou em residência. Ainda durante a Guerra da Restauração o castelo terá sido melhorado em termos de defesa, mas em fins do século XVII, o interior do castelo foi danificado por um incêndio, na zona residencial, que levou ao seu abandono. Um dos edifícios do castelo chegou a fincionar como prisão já no século XX, está classificado como Monumento Nacional e actualmente é utilizado para fins culturais, tendo, o IPPAR, em curso obras de beneficiação e a instalação de uma área museológica. O castelo construído em pedra granítica, tem a fachada principal, orientada para o sul, com uma porta encimado pelas armas dos Cabral, cuja memória está também presente nas ruínas do antigo Paço onde residiram e onde se destaca uma janela de estilo Manuelino.
Em Portugal, são denominados como Palheiros as casas de madeira em terreno de jurisdição marítima, mais especificamente, as casas a beira mar construídas, inicialmente, no século XIX e que serviam para armazenar os objetos de pescaria.
A aldeia de Piódão, situa-se numa encosta da Serra do Açor. As habitações possuem as tradicionais paredes de xisto, tecto coberto com lajes e portas e janelas de madeira pintadas de azul. O aspecto que a luz artificial lhe confere, durante a noite, conjugado pela disposição das casas, fez com que recebesse a denominação de “Aldeia Presépio”. Os habitantes dedicam-se, sobretudo, à agricultura (milho, batata, feijão, vinha), à criação de gado (ovelhas e cabras) e em alguns casos à apicultura.
A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.
Um poema escrito em Maio de 1915, dias depois da segunda batalha de Ipres (Leste da Bélgica), que vitimara milhares de soldados, entre eles o tenente Alexis Helmer, amigo do médico canadiano.
Pouco depois de ter enterrado o amigo, McCrae, sentado nas traseiras de uma ambulância, escreveu em 20 minutos as 15 linhas de um poema que se tornaria elegia aos milhares de jovens que tombaram nos campos de batalha onde nada crescia, à excepção de rubras papoilas. “Nos campos da Flandres crescem papoilas/entre as cruzes que, fila a fila, marcam o nosso lugar (...)”, escreve o médico, narrando a morte em seu redor. O poema termina dizendo: “se trairdes a fé de nós que morremos/Jamais dormiremos, ainda que cresçam papoilas/ Nos campos da Flandres”.
Cegonha-branca (nome científico: Ciconia ciconia) é uma ave de grande porte da família das Ciconiidae. A plumagem é maioritariamente branca, com preto nas asas. Os adultos têm longas patas vermelhas e bicos vermelhos longos e pontiagudos e medem uma média de 100–115 cm da ponta do bico até ao fim da cauda e 155–215 cm de envergadura de asas. As duassubespécies, que diferem ligeiramente em tamanho, acasalam na Europa (norte até à Finlândia), noroeste de África, sudoeste da Ásia(este para sul do Cazaquistão) e sul de África. A cegonha-branca é uma ave migratória de longa distância, invernando em África desde a África subsariana até à África do Sul ou até mesmo no subcontinente indiano. Ao migrar entre a Europa e África, a ave evita atravessar o Mediterrâneo e faz o desvio pelo Levante a oriente ou pelo Estreito de Gibraltar a ocidente, porque as térmicas de ar das quais a ave depende não se formam sobre a água.
. Farol do cabo de São Vice...
. Sobreiro
. Moinho
. Depois da Festa das Flore...
. Miradouro de São Leonardo...
. Capela - Ferreira do Alen...
. Barco
. BLOGS A VISITAR
. Azulejos
. Cancelas
. Chaves
. Sentir
. TRÁS-OS-MONTES, mar de pedras
. Cidade Salvador Antiga (Brasil)
. O que se diz em Duas Igrejas
. Agreste
. MORAIS
. Segirei
. Antonio Rodrigues - Fotografia
. Associação para o Estudo e Protecção do Gado Asinino
. Valcerto ( e seus corticeiros)
. Cousas de Macedo de Cavaleiros
. Descoberta de Miranda do Douro
. Nuobas
. Desenhos
. Ilustrar Portugal - Gentes e Locais
. Vidago
. Pedome
. FUNGOS DE GALLAECIA Y NORTE DE LUSITANIA
. Asociacion Herpetoloxica Galega
. Minhas Fotos no Flickr
. TV