Quinta-feira, 16 de Setembro de 2010

Mosteiro de Nª Srª das Júnias

Após uma caminhada por um caminho pedestre, vislumbra-se um “oásis”, uma autêntica pérola perdida, o mosteiro beneditino de Santa Maria das Júnias.
Existiria já no século IX, e presume-se que teria sido fundado por treze monges. Era um mosteiro pobre.

Trata-se, além disso, de um monumento com um significado histórico regional de excepcional valor científico e patrimonial.
Implantado num magnífico vale, o mosteiro, cuja primeira construção remonta ao séc. IX, destinava-se a albergar Frades Beneditinos, tendo sido durante o século XII entregue à Ordem de Cister.
A igreja, de nave única e cobertura de madeira, conserva ainda um interessante portal lateral, românico, e um retábulo seiscentista, na capela-mor.
O mosteiro localiza-se numa pequena plataforma encravada no estreito vale da ribeira de Campesinho, em posição abrigada dos ventos, com boa exposição solar, abundância de água e proximidade de pequenas áreas de potencial aproveitamento agrícola.

http://www.pitoesdasjunias.com

publicado por Trasmontesdepaisagens às 07:45

link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Quarta-feira, 16 de Junho de 2010

Mosteiro de Pitões de Júnias

Pitões das Júnias é uma aldeia situada a cerca de 1200 metros de altitude, no norte de Portugal, dentro do Parque Nacional Peneda-Gerês, na região de Barroso, Trás-os-Montes. Faz parte do Concelho de Montalegre, Distrito de Vila Real.

Sempre foi conhecida por ser terra de gente lutadora e mesmo guerreira: não resistiu à destruição do Castelo, nem do Mosteiro, nem da sua “república ancestral” (conjunto de normas comunitárias e democráticas dos seus habitantes) mas resistiu aos Menezes, condes da Ponte da Barca, a quem um rapaz de casa do Alferes foi raptar uma filha com a qual casou; e resistiu à pilhagem e assaltos sistemáticos que os Castelhanos organizavam durante a guerra da Restauração. Em 1665, “um grande troço de infantaria e cavalaria, sob comando de D. Hieronymo de Quiñones atacou Pitões mas não só não conseguiram queimar o povo como este lutou bravamente pondo em fuga o inimigo e sem perdas”. Alguns dias após (com os pitonenses a ajudar, em represália) o capitão de couraças João Piçarro, com 800 infantes, atacaram Baltar, Niño d’Águia, Godin, Trijedo e Grabelos “donde trouxeram 400 bois, 1500 ovelhas e 20 cavalos”. E resistiu ao florestamento da Mourela, com pinheiros, o que levaria à perda das suas vezeiras. Resistiram sempre e ainda bem resistem!

publicado por Trasmontesdepaisagens às 00:10

link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
Sexta-feira, 28 de Agosto de 2009

Mosteiro de Pitões de Júnias

Mosteiro de Pitões das Júnias ou de Santa Maria de Júnias, fica entalado num vale, por onde corre o rio Campesinho. Não tem data definida para a sua fundação, mas presume-se que se situe no final do século IX, quando eremitas se estabeleceram nesta região, vindo depois a organizarem-se em comunidades.
Durante a Guerra da Restauração da independência portuguesa, depois de 1640, um ataque do exército espanhol à aldeia de Pitões, terminou com um incêndio que deixou o mosteiro em ruínas, com excepção da igreja. O convento viria a ser recuperado e já no século XVIII, há informação que dá conta de obras importantes na zona conventual, todavia com a extinção das ordens religiosas, em 1834, o convento é abandonado e alguns anos depois deflagra um incêndio que apenas deixa a igreja de pé.
Deste pequeno convento, restam as paredes dos principais compartimentos a algumas arcadas do claustro, a igreja tem ainda o telhado, mas apresenta um aspecto de abandono, apesar de já terem sido feitas obras pela Direcção Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais.
Chega-se ao mosteiro por um caminho de pé posto, a partir do cemitério de Pitões.

 

publicado por Trasmontesdepaisagens às 00:01

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
Terça-feira, 16 de Junho de 2009

Mosteiro de São Salvador (Castro de Avelãs)

O Mosteiro de S. Salvador de Castro de Avelãs viria a ser extinto pelos meados do século XVI (1545-1546). Do complexo monacal pri­mitivo só restará hoje, de genuína arqui­tectura românica cluniacense, a formosa cabeceira do templo, de remate semi­circular e revestimento em tijolo, com manifesta influência inspiradora da arte leonesa de S. Lourenço, de Sahagun. A planta original incluiria três naves, ape­nas restando actualmente a central e esta de fábrica posterior e absolutamente inca­racterística. No interior de um dos absidí­olos, agora aberto no exterior, abriga-se em interessante arcaz tumular granítico, com tampa de formato prismático onde se inscreve uma data trecentista.

 

publicado por Trasmontesdepaisagens às 00:01

link do post | comentar | favorito

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.posts recentes

. Mosteiro de Nª Srª das Jú...

. Mosteiro de Pitões de Jún...

. Mosteiro de Pitões de Jún...

. Mosteiro de São Salvador ...

.arquivos

. Março 2017

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Junho 2014

. Maio 2014

. Setembro 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Agosto 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

.tags

. todas as tags

.links